






O Circuito Nacional de Skimboard FPS 2011 tem já inicio marcado para o próximo mês. Serão cerca de quatro etapas onde os melhores atletas nacionais da modalidade irão competir para o título absoluto e os títulos das categorias etárias.
De acordo com o comunicado da Federação Portuguesa de Surf, neste circuito "prevê-se uma grande e saudável competitividade entre os atletas mais jovens e os favoritos onde haverá, seguramente, uma aposta nas manobras mais técnicas, demonstrando bem a tendência evolutiva do desporto".
1ª Etapa – Sesimbra – 9 e 10 Abril
2ª Etapa – Espinho – 16 e 17 Julho
3ª Etapa – Ericeira – 1 e 2 Outubro
4ª Etapa – Estoril – 19 e 20 Novembro

É já nos dias 16 e 17 de Julho, na Praia das Sereias em Espinho, que vai decorrer a 2ª etapa do Campeonato Nacional de Skimboard FPS 2011... A A.C.R.V. Skim Team vai comparecer em peso para um fim-de-semana com boas ondas e boa disposição, como sempre nos habituaram os nossos amigos do SkimNorte.
As inscrições no site da FPS já estão abertas... Não se esqueçam!

O skimboard é um esporte anfíbio praticada na beira d’água aproveitando-se as variações de marés e as ondas que chegam até a areia em praticamente qualquer tipo de relevo de praia desde as planas de baia, com ou sem ondas, as de mar aberto onde as ondas chegam forte na areia e até em lagoas.
Começou a ser praticado nos primórdios da origem do surf na Polinésia, mas teve seu maior impulso
Reza lenda que no final dos anos 20 os salva-vidas locais usavam as bóias para resgate de afogados que na época eram retangulares e feitas de madeira para deslizar pela beira d’água e chegar mais rápido ao local do salvamento.
O movimento dos salva-vidas ficou restrito aos moradores da região até o inicio dos anos 60, anos dourados do surf , quando houve um boom no movimento.
Nessa época as pranchas de surf eram muito pesadas dificultando o inicio da prática para as crianças (como hoje em dia também) que partiram direto para o skimboard e um novo esporte que estava nascendo naquele momento, o skate.
Nessa época as pranchas de skimboard eram feitas de madeira em formato arredondado e recebiam no Maximo um trato com tinta marítima e também não proporcionavam muitas manobras que eram restritas à giros na areia e cambalhotas no encontro com as ondas.
Por aqui o skimboard já era praticado por filhos de pescadores em diversas regiões do litoral, que usavam qualquer pedaço de madeira que soltava dos barcos para deslizar pela areia.
Mas foi no inicio dos anos 70 que desembarcaram as primeiras pranchas importadas trazidas por filhos de militares brasileiros que moravam na Califórnia.
As pranchas já eram pintadas com desenhos, quase sempre psicodélicos e encapadas com fibra de vidro ,o que fazia ficarem super rápidas na areia.
O formato ainda era redondo e isso fez com que ganhassem o apelido de “Sonrisal” pelo efeito das bolhas deixadas pelo seu rastro na areia e o som efervescente na água. Rapidinho a brincadeira se espalhou por todo litoral brasileiro.
Nas praias da Califórnia , durante os anos 70 , houve o inicio da minimização das pranchas de surf junto com um grande avanço na tecnologia de produção dos blocos de espuma e a melhoria da sua hidrodinamica.
O skate já tinha virado uma prática comum para todos os surfistas e evoluía para a prática em piscinas, imitando cada vez mais os movimentos do surf.
Sofrendo essa forte influência, as pranchas de skimboard passaram a ser produzidas com um formato semelhante aos surfboards e suas manobras começaram a migrar da areia para as ondas.
No inicio dos anos 80 o skimboard começou a se espalhar por todo litoral americano principalmente nas praias da Florida , que por serem planas e sem ondas na beira, ainda usavam as pranchas redondas , que ficaram limitadas a estas condições , às crianças e os iniciantes.
Os blocos de madeira começaram a ser substituídos pelas espumas de polioretano aumentando a leveza e a flutuação das pranchas, diminuindo as contusões e a durabilidade , aquecendo a um mercado que a essa altura já contava com diversos fabricantes especializados ,e o surgimento das primeiras competições.
Uma nova beach culture crescia com muita influência do surf e do skate e uma atitude ousada que pretendia manter o esporte numa condição underground.
No inicio da decada de 90 novos formatos e materiais começaram a ser testados para aumentar a leveza, a resistência e a performace das pranchas e das manobras nas ondas.
Chegou-se então a um bloco de Pvc, mais conhecido como Divinicel , normalmente usado em veleiros de alta performace que foi revestido à vácuo com diversas camadas de fibra de carbono e resina epoxi num formato onde como nos skate atuais é difícil para o leigo perceber qual a parte da frente e qual a de traz da prancha.
Estes materias combinados transformaram o equipamento e o esporte e deram inicio a uma verdadeira revolução no skimboard.
Agora a areia é apenas um breve ponto de passagem e o objetivo principal é permanecer o Max de tempo surfando na onda.
O formato foi criado para se parecer com uma retro-fish, com ampla área de superfície sob o pé da frente puxado com uma asa, e terminado com uma tail mais shappado. Este tail faz com que ainda seja possível o skimboarder manobrar, apesar de haver uma grande quantidade de superfície na frente da prancha.
Esta prancha é bom em slide, e agarra-se muito bem na parede da onda. Um ótimo complemento para o stock, e uma prancha divertida para todo tipo de onda.
Nota: Pode ser impossível andar numa Dude! Cruise sem um sorriso na cara. Quando em dúvida, Dude! Cruise ...
O Pro Shape é mais adequado para skimmers avançados que querem obter o máximo de velocidade na onda. O perfil mais longo e o nose mais estreito destas pranchas fazem nas mais rápidas na parede da onda e em siders, mas não tão confortáveis no pocket da onda. Mas visto que é para skimmers que sabem o que estão a fazer, ele não precisa de ajuda extra para fazer um tubo.
Adequado para skimmers de qualquer nível. Os modelos Hybrid são um pouco mais curtos que a maioria das pranchas com um nose menus afunilado. Isso resulta em uma prancha que se senta confortavelmente no poket e torna mais fácil para virar na onda. A área do nariz mais largo também permite obter velocidade adicional da prancha se fizer pumping ou inclinando para frente.

Nos dias 28 e 29 de julho acontecerá um campeonato em PDM, para as pessoas que quiserem se escrever precisa levar apenas 1 Kg de alimento não perecivel que será doado.
orgonisação: Skim News, Skim PT, Skimania, Apeskimca.


LUA NOVA
Quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham, a atração gravitacional exercida pelos dois astros sobre os oceanos se soma, gerando correntes marítimas que causam uma elevação máxima do nível do mar na direção dessa linha. É época das maiores marés altas, chamadas de marés de sizígia ou máximas.
LUA MINGUANTE
Nessa fase lunar, diminui a influência do Sol e da Lua nas marés oceânicas. Na noite em que metade da Lua está visível, a atração atinge seu menor valor. Em Santos, no litoral paulista, por exemplo, a diferença entre a maré alta e a baixa não ultrapassa os 5 (cinco) centímetros.
LUA CHEIA
Cerca de duas semanas depois da Lua Nova, nosso satélite viaja de novo para uma posição em que se alinha com o Sol e a Terra. Essa combinação traz uma nova leva de marés máximas. Nas praias de Santos, o nível do mar pode subir em torno de 1(um) metro nesse período.
LUA CRESCENTE
Agora, a Lua e o Sol formam um ângulo reto de 90º. Nessa situação, a gravitação lunar se opõe à solar - elas só não se anulam porque a Lua, mais perto da Terra, exerce maior poder de atração. Mesmo assim, as diferenças de nível entre as marés alta e baixa são muito menores e recebem o nome de marés de quadratura ou mínimas.

Na verdade, a Lua não produz esse efeito sozinha. Os movimentos de subida e descida do nível do mar - as chamadas marés - também sofrem influência do Sol, dependendo da intensidade da força de atração dele e da Lua sobre o nosso planeta. Assim como a Terra atrai a Lua, fazendo-a girar ao seu redor, a Lua também atrai a Terra, só que de um jeito mais sutil. O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água. A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas). O Sol, mesmo estando 390 vezes mais distante da Terra que a Lua, também influi no comportamento das marés - embora a atração solar corresponda a apenas 46% da lunar.
Resumo da história: dependendo da posição dos dois astros em relação ao nosso planeta, as marés têm comportamentos diferentes. É aí que entram as fases lunares. Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados - ou, como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção -, a atração gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés

Há vario tipos de astrodecks um deles é a “banana” ou “trava”, que fica na parte da frente do skim. E também tem o astrodeck traseiro que além de servir para não escorregar também serve para não fazer as morsas (buracos causados pelo impacto do pé na prancha).Ha varias marcas de decks exemplos: astrodeck, wavegrip, 30 pés, Ary aranha...
O deck ajuda muito em manobras como vareal, slide... Eles também tem uma ótima aderência ao pé por causa do seu desenho e de seus anti-derrapantes,alem de ser bastante acochado.

Depois de muitas decepções com skimboard, comprei um skim Ary carbono. Satisfiz-me com ele, pois é muito resistente, leve, rápido...
Seu bico tem boa inclinação para a volta na onda, mais por outro lado, prejudica na hora de pegar ondas mais distantes. Resolvi rapidamente esse problema com a manobra de nome slide(encontra-se na parte de manobras).Sua texturização além de ser bonita ajuda a não escorregar e os desenhos de Ary também são muito bonitos.