sexta-feira, 15 de julho de 2011

Circuito Nacional Skimboard FPS 2011


O Circuito Nacional de Skimboard FPS 2011 tem já inicio marcado para o próximo mês. Serão cerca de quatro etapas onde os melhores atletas nacionais da modalidade irão competir para o título absoluto e os títulos das categorias etárias.
De acordo com o comunicado da Federação Portuguesa de Surf, neste circuito "prevê-se uma grande e saudável competitividade entre os atletas mais jovens e os favoritos onde haverá, seguramente, uma aposta nas manobras mais técnicas, demonstrando bem a tendência evolutiva do desporto".


1ª Etapa – Sesimbra – 9 e 10 Abril

2ª Etapa – Espinho – 16 e 17 Julho

3ª Etapa – Ericeira – 1 e 2 Outubro

4ª Etapa – Estoril – 19 e 20 Novembro

quinta-feira, 14 de julho de 2011

2ª Etapa Exile SkimNorte OPEN


É já nos dias 16 e 17 de Julho, na Praia das Sereias em Espinho, que vai decorrer a 2ª etapa do Campeonato Nacional de Skimboard FPS 2011... A A.C.R.V. Skim Team vai comparecer em peso para um fim-de-semana com boas ondas e boa disposição, como sempre nos habituaram os nossos amigos do SkimNorte.
As inscrições no site da FPS já estão abertas... Não se esqueçam!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A História do "Skimboard"










O skimboard é um esporte anfíbio praticada na beira d’água aproveitando-se as variações de marés e as ondas que chegam até a areia em praticamente qualquer tipo de relevo de praia desde as planas de baia, com ou sem ondas, as de mar aberto onde as ondas chegam forte na areia e até em lagoas.






Começou a ser praticado nos primórdios da origem do surf na Polinésia, mas teve seu maior impulso em Laguna Beach na Califórnia, até hoje a Meca do skimboard no mundo.






Reza lenda que no final dos anos 20 os salva-vidas locais usavam as bóias para resgate de afogados que na época eram retangulares e feitas de madeira para deslizar pela beira d’água e chegar mais rápido ao local do salvamento.






O movimento dos salva-vidas ficou restrito aos moradores da região até o inicio dos anos 60, anos dourados do surf , quando houve um boom no movimento.






Nessa época as pranchas de surf eram muito pesadas dificultando o inicio da prática para as crianças (como hoje em dia também) que partiram direto para o skimboard e um novo esporte que estava nascendo naquele momento, o skate.






Nessa época as pranchas de skimboard eram feitas de madeira em formato arredondado e recebiam no Maximo um trato com tinta marítima e também não proporcionavam muitas manobras que eram restritas à giros na areia e cambalhotas no encontro com as ondas.






Por aqui o skimboard já era praticado por filhos de pescadores em diversas regiões do litoral, que usavam qualquer pedaço de madeira que soltava dos barcos para deslizar pela areia.






Mas foi no inicio dos anos 70 que desembarcaram as primeiras pranchas importadas trazidas por filhos de militares brasileiros que moravam na Califórnia.






As pranchas já eram pintadas com desenhos, quase sempre psicodélicos e encapadas com fibra de vidro ,o que fazia ficarem super rápidas na areia.






O formato ainda era redondo e isso fez com que ganhassem o apelido de “Sonrisal” pelo efeito das bolhas deixadas pelo seu rastro na areia e o som efervescente na água. Rapidinho a brincadeira se espalhou por todo litoral brasileiro.






Nas praias da Califórnia , durante os anos 70 , houve o inicio da minimização das pranchas de surf junto com um grande avanço na tecnologia de produção dos blocos de espuma e a melhoria da sua hidrodinamica.






O skate já tinha virado uma prática comum para todos os surfistas e evoluía para a prática em piscinas, imitando cada vez mais os movimentos do surf.






Sofrendo essa forte influência, as pranchas de skimboard passaram a ser produzidas com um formato semelhante aos surfboards e suas manobras começaram a migrar da areia para as ondas.






No inicio dos anos 80 o skimboard começou a se espalhar por todo litoral americano principalmente nas praias da Florida , que por serem planas e sem ondas na beira, ainda usavam as pranchas redondas , que ficaram limitadas a estas condições , às crianças e os iniciantes.






Os blocos de madeira começaram a ser substituídos pelas espumas de polioretano aumentando a leveza e a flutuação das pranchas, diminuindo as contusões e a durabilidade , aquecendo a um mercado que a essa altura já contava com diversos fabricantes especializados ,e o surgimento das primeiras competições.






Uma nova beach culture crescia com muita influência do surf e do skate e uma atitude ousada que pretendia manter o esporte numa condição underground.






No inicio da decada de 90 novos formatos e materiais começaram a ser testados para aumentar a leveza, a resistência e a performace das pranchas e das manobras nas ondas.






Chegou-se então a um bloco de Pvc, mais conhecido como Divinicel , normalmente usado em veleiros de alta performace que foi revestido à vácuo com diversas camadas de fibra de carbono e resina epoxi num formato onde como nos skate atuais é difícil para o leigo perceber qual a parte da frente e qual a de traz da prancha.






Estes materias combinados transformaram o equipamento e o esporte e deram inicio a uma verdadeira revolução no skimboard.






Agora a areia é apenas um breve ponto de passagem e o objetivo principal é permanecer o Max de tempo surfando na onda.

terça-feira, 5 de julho de 2011

THE DUDE! CRUISE


O formato foi criado para se parecer com uma retro-fish, com ampla área de superfície sob o pé da frente puxado com uma asa, e terminado com uma tail mais shappado. Este tail faz com que ainda seja possível o skimboarder manobrar, apesar de haver uma grande quantidade de superfície na frente da prancha.

Esta prancha é bom em slide, e agarra-se muito bem na parede da onda. Um ótimo complemento para o stock, e uma prancha divertida para todo tipo de onda.
Nota: Pode ser impossível andar numa Dude! Cruise sem um sorriso na cara. Quando em dúvida, Dude! Cruise ...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

THE PRO SHAPE




O Pro Shape é mais adequado para skimmers avançados que querem obter o máximo de velocidade na onda. O perfil mais longo e o nose mais estreito destas pranchas fazem nas mais rápidas na parede da onda e em siders, mas não tão confortáveis no pocket da onda. Mas visto que é para skimmers que sabem o que estão a fazer, ele não precisa de ajuda extra para fazer um tubo.

domingo, 3 de julho de 2011

THE HYBRID SHAPE

Adequado para skimmers de qualquer nível. Os modelos Hybrid são um pouco mais curtos que a maioria das pranchas com um nose menus afunilado. Isso resulta em uma prancha que se senta confortavelmente no poket e torna mais fácil para virar na onda. A área do nariz mais largo também permite obter velocidade adicional da prancha se fizer pumping ou inclinando para frente.